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Na Década de 1920 acontecia no mundo uma grande atividade anticatólica, na qual se destacavam os maçons, e eles estavam especialmente contra Roma, o centro da Cristandade e a Sede do Vigário de Cristo. Então Frei Maximiliano se dá conta de que era necessário uma renovação espiritual.

Raiava o início de um século terrivelmente difícil. Durante a permanência de São Maximiliano em Roma (1912-1917), na Itália reinava soberana a maçonaria a qual desfilava grande ódio contra a Igreja Católica. Um dia o jovem Maximiliano Kolbe se depara com uma das manifestações maçônicas, um cortejo de faixas nas quais celebravam Satanás e disseminavam injúrias contra o santo Padre. Interpelado por estes fatos ele diz: “é possível que nossos inimigos devam trabalhar tanto e prevalecer e nós permanecermos ociosos sem nos empenhar em uma ação? Não temos, talvez, armas mais poderosas, como a proteção da Imaculada? A “sem mácula” vencedora de todas as heresias não cederá campo aos inimigos”.

No mesmo ano em que a Senhora dos céus aparecia em Fátima, na noite de 16 de outubro de 1917, no Colégio Internacional dos Freis Menores Conventuais, em Roma, Maximiliano Kolbe, com apenas 23 anos de idade, juntamente com outros seis irmãos, funda a Milícia da Imaculada (M.I.) O seu objetivo era fazer com que todos os homens se convertessem a Deus, mesmo aqueles não católicos e descrentes, em especial os maçons; e que todos tornassem santos, sob a proteção e pela mediação da Virgem Imaculada.

A Milícia da Imaculada, segundo o próprio fundador, é “uma visão global da vida católica sob uma nova forma, que consiste na união com a Imaculada, nossa Medianeira universal junta a Jesus” [Escritos de São Maximiliano, 1220, III 491]. A MI se propõe essencialmente em promover a expansão do Reino do Santíssimo Coração de Jesus no mundo por meio da ação da Imaculada, ou melhor, de estimular todos os cristãos a pôr-se a serviço dela em sua missão de Mãe da Igreja.

Logo depois de fundada, foi reconhecida oficialmente pela Igreja. Em 1919, o Papa Bento XV abençoou esse Movimento Mariano. Em 1922 foi aprovada como “associação piedosa” (Pia Unio). Em 1926 o Papa Pio XI cumulou-a de várias indulgências. Em 1975 a Santa Sé aprovou os Estatutos da MI ajustados às exigências do Concilio Vaticano II, não alterando, porém, o programa do Movimento, formulado pelo próprio fundador e EM 1997 FOI APROVADA COMO ASSOCIAÇÃO PÚBLICA DE FIÉIS, PELO PAPA JOÃO PAULO II. EM 1998, FOI APROVADO O ESTATUTO INTERNACIONAL.

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